# Toxic: Mulheres, fama e a misoginia dos anos 2000 **Escritor/autor:** Sarah Ditum **Página pública:** https://acervodelivros.com.br/livros/toxic-mulheres-fama-e-a-misoginia-dos-anos-2000/ **Canal de venda:** https://www.amazon.com.br/dp/6557123394?tag=acervodeliv00-20 ## Identificação editorial - ASIN: 6557123394 - ISBN-10: 6557123394 - ISBN-13: 978-6557123393 - Editora: BestSeller - Ano de publicação: 2024 - Número de páginas: 350 páginas - Idioma: Português ## Categoria e posicionamento - Categoria principal: Administração, Negócios e Economia - Subcategoria: Marketing e Vendas - Tema principal: Marketing e vendas - Ranking informado: Nº 88.793 em Livros (Conheça o Top 100 na categoria Livros) Nº 3 em Livros de Blogs e Postagem em BlogsNº 20 em Podcasts e WebcastsNº 32 em Livros de Redes Sociais ## Descrição base Toxic apresenta, de maneira perspicaz, como algumas das maiores figuras femininas da época foram perseguidas e difamadas pela mídia nos anos 2000. Britney, Paris, Lindsay, Aaliyah, Janet, Amy, Kim, Chyna, Jennifer. Em Toxic: Mulheres, fama e a misoginia dos anos 2000 , a jornalista Sarah Ditum descreve como cada uma delas sofreu por ser uma celebridade em uma das épocas mais hostis para ser mulher. Considerando o período entre 1998 e 2013, o livro de Ditum mostra como a cultura de celebridades considerava aceitável difamar mulheres, revirando a vida delas de cabeça para baixo, porque, afinal, ser “famosa” significava não ter privacidade. Tudo era assunto para os tabloides, desde a virgindade de Britney Spears, o divórcio e a fertilidade de Jennifer Aniston, as consequências do vício de Amy Winehouse, ao fatídico show de Janet Jackson no Super Bowl... O limite do que temos como tolerável hoje em dia era constantemente ultrapassado em todos os casos discutidos. Com escrita afiada, Toxic destrincha a misoginia que estampava as manchetes e impulsionava vendas e cliques. Ainda adolescente na época retratada neste livro, a autora levanta a questão: tivemos conquistas nos últimos vinte anos, como leis contra crimes virtuais e uma forma mais empática de ver o outro, mas talvez, com a cultura de cancelamento, será que as coisas mudaram tanto assim? “Um relato necessário e esclarecedor sobre um período do século XXI que se torna cada vez mais desconcertante à medida que nos distanciamos dele.” ― The Guardian “Os leitores vão repensar o que acreditavam saber sobre algumas histórias publicadas pela mídia dos anos 2000.” ― Publishers Weekly “Um acerto de contas feminista necessário e incisivo. Perspicaz, cativante e assustador. O que tínhamos na cabeça naquela época?” ― Caroline Criado-Perez, autora de Mulheres invisíveis ## Nota metodológica Dados organizados pelo Acervo de Livros a partir de fonte comercial consultada. Preços, avaliações, estoque e ranking podem variar.