# Seremos dados: a filosofia da perda do espaço humano para a inteligência artificial **Escritor/autor:** Marcus Bruzzo **Página pública:** https://acervodelivros.com.br/livros/seremos-dados-a-filosofia-da-perda-do-espaco-humano-para-a-inteligencia-artificial/ **Canal de venda:** https://www.amazon.com.br/dp/8574321788?tag=acervodeliv00-20 ## Identificação editorial - ASIN: 8574321788 - ISBN-10: 8574321788 - ISBN-13: 978-8574321783 - Editora: Difel - Ano de publicação: 2026 - Número de páginas: 210 páginas - Idioma: Português ## Categoria e posicionamento - Categoria principal: Autoajuda - Subcategoria: Inteligência Emocional e Comportamento - Tema principal: Inteligência emocional e comportamento - Ranking informado: Nº 1.562 em Livros (Conheça o Top 100 na categoria Livros) Nº 11 em Computação, Informática e Mídias Digitais (Livros)Nº 40 em Livros de Referências sobre Sociologia ## Descrição base Em Seremos dados , Marcus Bruzzo desconstrói as promessas da tecnologia e analisa o risco de abrirmos mão da imaginação. Um ensaio filosófico urgente sobre o que ainda nos distingue das nossas criações em um mundo regido por algoritmos. Entre todas as nossas invenções, nenhuma chegou tão perto de simular o espírito humano quanto a inteligência artificial. O que nasceu como uma ferramenta de extensão das nossas capacidades tornou-se um agente que opera sobre a vida, a morte e, principalmente, sobre a nossa imaginação. A criatura passou a refletir o criador, e esse reflexo agora ameaça despossuí-lo de seu lugar no mundo. Marcus Bruzzo parte desse assombro característico do nosso tempo. Para ele, a IA generativa não projeta o futuro, apenas reorganiza o passado. Seu poder de recombinação dissolve o que há de mais singular na criação humana: o excedente imaginário, o dom de sonhar o impossível que sempre definiu a criatividade ontológica, a capacidade de criar ou influenciar a realidade do ser e da existência. Estamos trocando a complexidade da experiência por uma simulação eficiente. Seremos dados investiga a antiga promessa de que a tecnologia nos libertaria. Hoje, ela parece cumprir o oposto. Quanto mais autônomas as máquinas, menos necessários nos tornamos. O risco não é o de sermos superados, mas o de nos reduzirmos ao funcionamento previsível que as máquinas imitam. A substituição não seria resultado de sua superioridade, e sim da nossa desistência. Este livro não se opõe ao avanço tecnológico nem o transforma em objeto de reverência. É uma reflexão filosófica urgente sobre como justificar nosso lugar em um mundo que programamos para nos substituir. Um chamado à defesa das coisas inúteis, da arte, do ócio, da escrita sem finalidade. Nelas talvez resista a última centelha do que nos fez, um dia, imaginar. “A síndrome de Frankenstein assombra as muralhas do castelo antropocêntrico. Galileu e Copérnico nos tiraram do centro cosmológico. Freud exilou nossa consciência do controle racional pleno. A IA parece o querubim com espada flamejante que guarda o portão após nossa expulsão do Paraíso.” – do prefácio de Leandro Karnal ## Nota metodológica Dados organizados pelo Acervo de Livros a partir de fonte comercial consultada. Preços, avaliações, estoque e ranking podem variar.