# O homem e seus símbolos

**Escritor/autor:** Carl G. Jung
**Página pública:** https://acervodelivros.com.br/livros/o-homem-e-seus-simbolos/
**Canal de venda:** https://www.amazon.com.br/dp/8569809638?tag=acervodeliv00-20

## Identificação editorial
- ASIN: 8569809638
- ISBN-10: 8569809638
- ISBN-13: 978-8569809630
- Editora: HarperCollins
- Ano de publicação: 2016
- Número de páginas: 448 páginas
- Idioma: Português

## Categoria e posicionamento
- Categoria principal: Autoajuda
- Subcategoria: Inteligência Emocional e Comportamento
- Tema principal: Inteligência emocional e comportamento
- Ranking informado: Nº 251 em Livros (Conheça o Top 100 na categoria Livros) Nº 1 em História Saúde, Boa Forma e DietaNº 1 em Livros de Referência Saúde, Boa Forma e DietaNº 1 em Enciclopédias (Livros)

## Descrição base
"A obra de Jung pode ser vista como um esforço de resgate e tradução. Na tentativa de compreender seu mundo interno, e o de seus pacientes, ele procurou resgatar o universo simbólico humano que habitualmente se encontra sob o poder das religiões, dos místicos ou das filosofias orientais. Jung foi um escritor prolífico." ― Folha de S. Paulo
"Jung cumpriu uma trajetória em que, a partir dos cacos a que a psicanálise freudiana reduzira o sentimento religioso, pretendeu reconstruir um misticismo possível para o século XX." ― Veja
Quando alguma coisa escapa da nossa consciência, essa coisa não deixou de existir, do mesmo modo que um automóvel que desaparece na esquina não se desfez no ar. Apenas o perdemos de vista. Assim como podemos, mais tarde, ver novamente o carro, também reencontramos pensamentos temporariamente perdidos.
Parte do inconsciente consiste, portanto, de uma profusão de pensamentos, imagens e impressões provisoriamente ocultos e que, apesar de terem sido perdidos, continuam a influenciar nossas mentes conscientes. Um homem desatento ou "distraído" pode atravessar uma sala para buscar alguma coisa. Ele para, parecendo perplexo; esqueceu o que buscava. Suas mãos tateiam pelos objetos de uma mesa como se fosse um sonâmbulo; não se lembra do seu objetivo inicial, mas ainda se deixa, inconscientemente, guiar por ele. Percebe então o que queria. Foi o seu inconsciente que o ajudou a se lembrar.

## Nota metodológica
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